Acordando de Bom Humor
Não é irritante quando alguém acorda como se tivesse em um campo na Áustria, cantando como Julie Andrews em “Noviça Rebelde”?
🎶 The hiiiiiills are aliiive with the sound of muuusic… 🎶
Tem dois tipos de pessoas: as que acordam como Bem-te-vi e as que acordam igual a mim.
Na maioria dos dias eu tenho que acordar antes de terminar o sono – o problema já começa aí.
Assim que percebo que estou vivo, duas coisas acontecem ao mesmo tempo:
Alguma parte do corpo dói. Pode ser as costas, o ombro, o pescoço ou até a Disfunção Temporomandibular – eu mordo tanto que meu cérebro comemora: “Ufa! Acordou!”
A cama vira um polvo carente, me abraça com tentáculos e sussurra: “Fica mais um pouco…”
Algum médico especialista pode me explicar por que a melhor posição do travesseiro e da coberta só acontece quando temos que levantar?
Vencida a luta psicológica, constato que não há mais snooze que me salve – começa a batalha para levantar a carcaça.
Os ossos estalam como galhos secos.
A gravidade exerce seu papel com eficiência brutal.
O peso do corpo é imediatamente identificado quando me sento na cama.
Respiro fundo e busco qualquer motivação que faça sentido o esforço de levantar.
Agarro nesse pensamento e levanto a bunda da cama.
Eu queria o “Tônico do Pica-pau”.
Meu humor tem um delay, ele pega no tranco.
Depois que desce a ladeira, fica tudo bem.
Aí eu olho pro lado e vejo minha esposa – que acordou junto comigo.
Ela já cumprimentou as gatas, bebeu água, foi no banheiro, está com a roupa de academia e está indo tomar o desjejum.
Ela é assim.
Um bem-te-vi.
Lindo e feliz.
Graças a Deus, ela não acorda cantando.
Melhor não dar ideia 🤫
Mas se um dia ela subir na mesa e soltar um ‘Do-Re-Mi’, eu vou ficar com o polvo.
🎶 The hiiiiiills are aliiive with the sound of muuusic… 🎶
Tem dois tipos de pessoas: as que acordam como Bem-te-vi e as que acordam igual a mim.
Na maioria dos dias eu tenho que acordar antes de terminar o sono – o problema já começa aí.
Assim que percebo que estou vivo, duas coisas acontecem ao mesmo tempo:
Alguma parte do corpo dói. Pode ser as costas, o ombro, o pescoço ou até a Disfunção Temporomandibular – eu mordo tanto que meu cérebro comemora: “Ufa! Acordou!”
A cama vira um polvo carente, me abraça com tentáculos e sussurra: “Fica mais um pouco…”
Algum médico especialista pode me explicar por que a melhor posição do travesseiro e da coberta só acontece quando temos que levantar?
Vencida a luta psicológica, constato que não há mais snooze que me salve – começa a batalha para levantar a carcaça.
Os ossos estalam como galhos secos.
A gravidade exerce seu papel com eficiência brutal.
O peso do corpo é imediatamente identificado quando me sento na cama.
Respiro fundo e busco qualquer motivação que faça sentido o esforço de levantar.
Agarro nesse pensamento e levanto a bunda da cama.
Eu queria o “Tônico do Pica-pau”.
Meu humor tem um delay, ele pega no tranco.
Depois que desce a ladeira, fica tudo bem.
Aí eu olho pro lado e vejo minha esposa – que acordou junto comigo.
Ela já cumprimentou as gatas, bebeu água, foi no banheiro, está com a roupa de academia e está indo tomar o desjejum.
Ela é assim.
Um bem-te-vi.
Lindo e feliz.
Graças a Deus, ela não acorda cantando.
Melhor não dar ideia 🤫
Mas se um dia ela subir na mesa e soltar um ‘Do-Re-Mi’, eu vou ficar com o polvo.


