Por que Deus não responde?
É comum eu sentir que a oração nunca ganha o check azul de visualizada. Além de não responder a “mensagem”, parece que Deus a ignora.
Até agora, falamos sobre como Deus nos conhece (Post 1)
e como Ele decide intervir (Post 2).
É angustiante essa sensação de que a resposta é uma loteria:
Por que aquela artista foi curada e a minha mãe, que era muito mais dedicada à igreja, não foi?
Porque a vida da minha esposa foi poupada depois de sofrer um atropelamento por um motoqueiro inconsequente e minha irmã não saiu viva de uma cirurgia simples?
Porque incompetentes, maledicentes e ardilosos são promovidos e aquele que se entrega ao trabalho fica na berlinda de perder o emprego?
Não são indagações inéditas – longe disso. Eva deve ter feito a mesma pergunta quando só um filho apareceu para o jantar.
Parece que as respostas são inconstantes, quase caprichosas, e isso me faz questionar se Deus realmente tem um critério ou se Ele está apenas “sorteando” quem vai ser atendido na cota de bênção do dia.
Esse silêncio de Deus dói.
Se Ele é bom e tem poder, por que Ele Se esconde?
A gente entra em uma montanha-russa espiritual — um dia estamos empolgados e no outro sentimos que estamos gritando dentro de um bunker. Essa inconsistência me faz duvidar se o modelo de oração que aprendi realmente funciona ou se é só um exercício de persistência. Pior ainda, se orar é uma terapia ocupacional para tolos.
Até agora, falamos sobre como Deus nos conhece (Post 1)
e como Ele decide intervir (Post 2).
É angustiante essa sensação de que a resposta é uma loteria:
Por que aquela artista foi curada e a minha mãe, que era muito mais dedicada à igreja, não foi?
Porque a vida da minha esposa foi poupada depois de sofrer um atropelamento por um motoqueiro inconsequente e minha irmã não saiu viva de uma cirurgia simples?
Porque incompetentes, maledicentes e ardilosos são promovidos e aquele que se entrega ao trabalho fica na berlinda de perder o emprego?
Não são indagações inéditas – longe disso. Eva deve ter feito a mesma pergunta quando só um filho apareceu para o jantar.
Parece que as respostas são inconstantes, quase caprichosas, e isso me faz questionar se Deus realmente tem um critério ou se Ele está apenas “sorteando” quem vai ser atendido na cota de bênção do dia.
Esse silêncio de Deus dói.
Se Ele é bom e tem poder, por que Ele Se esconde?
A gente entra em uma montanha-russa espiritual — um dia estamos empolgados e no outro sentimos que estamos gritando dentro de um bunker. Essa inconsistência me faz duvidar se o modelo de oração que aprendi realmente funciona ou se é só um exercício de persistência. Pior ainda, se orar é uma terapia ocupacional para tolos.
Percebi que o silêncio de Deus não é um sinal de ausência, mas uma forma de respeito à minha experiência de vida.
Ele não quer ser uma máquina de respostas. Ele quer ser um Pai que ensina o filho a confiar saltar no escuro.
A “loteria” que eu imagino é, na verdade, uma gestão amorosa que eu ainda não tenho capacidade de entender totalmente.
Então Deus sabe, escuta e atua.
Mas qual o “protocolo de conduta” que devo seguir na oração? Isso está no post 4.
Ele não quer ser uma máquina de respostas. Ele quer ser um Pai que ensina o filho a confiar saltar no escuro.
A “loteria” que eu imagino é, na verdade, uma gestão amorosa que eu ainda não tenho capacidade de entender totalmente.
Então Deus sabe, escuta e atua.
Mas qual o “protocolo de conduta” que devo seguir na oração? Isso está no post 4.



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